segunda-feira, 25 de julho de 2011

O mal da omissão

Richard Simonetti
Na entrada de uma estação do metrô, em Nova Iorque, deparei-me com um homem maltrapilho, a dormir profundamente o sono pesado dos alcoólatras. Ao lado, uma lata para que as pessoas depositassem doações em seu benefício, e um cartaz com o seguinte apelo: Help a poor irish man keep his drinking habit. Ajude este pobre irlandês a manter o seu vício. A cena, digna de uma comédia dramática, era reveladora. Demonstrava que mesmo no país mais rico do mundo não se conseguiu solucionar o problema do alcoolismo e da exclusão social. Perto de 12% da população americana, aproximadamente 36 milhões de pessoas, vivem em estado de pobreza, alcoólatras em boa parte. Isso nos permite constatar uma tendência lamentável: a capacidade que tem o ser humano de conviver com as carências alheias, sem se condoer, sem se incomodar, sem se propor a fazer algo.

Se milhões de americanos de classe média e abastada que moram em Nova Iorque, uma das cidades mais ricas e de maior rendimento per capita do mundo, participassem de organizações não governamentais, com o propósito de ajudar os carentes de todos os matizes, esses problemas seriam solucionados facilmente. Em O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulo XV, item 10, há uma mensagem de Paulo que, reportando-se à máxima de Kardec, “Fora da caridade não há salvação”, enfatiza:

[...] Não poderia o Espiritismo provar melhor a sua origem, do que apresentando-a como regra, por isso que é um reflexo do mais puro Cristianismo. Levando-a por guia, nunca o homem se transviará. Dedicai-vos, assim,meus amigos, a perscrutar-lhe o sentido profundo e as consequências, a descobrir-lhe, por vós mesmos, todas as aplicações. Submetei todas as vossas ações ao governo da caridade e a consciência vos responderá. Não só ela evitará que pratiqueis o mal, como também fará que pratiqueis o bem, porquanto uma virtude negativa não basta: é necessária uma virtude ativa. Para fazer-se o bem, mister sempre se torna a ação da vontade; para se não praticar o mal, basta as mais das vezes a inércia e a despreocupação.

Insuficiente, como afirma o apóstolo, não fazer o mal. Imperioso fazer o bem. Elementar que boa parte dos males praticados pelos homens nasça do fato de não se haver exercitado o bem com eles. Não é novidade que muitos criminosos em potencial ou consumados são formados na rude escola da exclusão social, da pobreza, da necessidade mais premente. Está demonstrado que há, quase sempre, uma história de maus-tratos, carência afetiva e frustração em nossos irmãos comprometidos com a criminalidade.

Se o Bem não chega, o mal bota as mangas de fora. Se tarda a luz, as trevas dominam. Detalhe importante, amigo leitor: nas reuniões mediúnicas manifestam-se Espíritos perturbados e infelizes, não raro inconscientes de sua situação. Em boa parte, não foram maus, apenas omissos. Por desinteresse, jamais cogitaram de que não praticar o Bem faz mal para a alma, situando-nos à margem da Harmonia Universal, regida pelo Bem Supremo: Deus! A justiça humana pune a omissão de socorro, quando fomos os responsáveis por um acidente de trânsito com vítimas.

A justiça divina pune a omissão de socorro diante de males que não causamos, mas que temos condições de minorar, envolvendo as carências humanas. Não podemos, portanto, alegar ignorância, nem dizer que não sabíamos, quando a morte nos transferir para o Além e nos pedirem contas de nossas ações. Sabíamos sim! Eu sei, você sabe, leitor amigo, todos sabemos desde que Jesus o revelou, que é preciso fazer pelo próximo o bem que desejamos para nós. Desde que Kardec fez da caridade a bandeira do Espiritismo, sabemos que não basta evitar o mal. É nosso dever indeclinável e inadiável nos movimentarmos nas lides da solidariedade, onde estivermos, a começar pelo empenho em ajudar um alcoólatra, não com a esmola que alimenta seu vício,mas com a participação na obra social que o ajude a superá-lo.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

3º Encontro Joanna de Ângelis será dia 16 de julho

3º Encontro Joanna de Ângelis será dia 16 de julho
A terceira edição do Encontro Joanna de Ângelis acontecerá dia 16 de julho, na Federação Espírita Paraibana, realizadora do evento através do Departamento Mediúnico.  O médico Carlos Beto (Ame-CG), Ígor Mateus (Federação Espírita do Rio Grande do Norte), Iara Machado e Josy Honório (FEPb) serão os palestrantes As inscrições já estão abertas na livraria da FEPB. Contribuição de R$ 10,00 mais um quilo de alimento não perecível. Mais informações 9984.3960, 8856.8762, 3513.7548.
Tendo como tema central “Mediunidade e vida no olhar de Joanna de Ângelis”, o evento inicia às 8h, com o acolhimento seguida da primeira palestra sobre este tema, por Josy Honório. Após o intervalo, Ígor Mateus falará sobre “Mediunidade e a busca da auto-iluminação”. Às 11h um momento artístico cultural.
A partir das 14h, a programação prossegue com “Ansiedade e mediunidade: sua importância na conquista da saúde integral”, pelo médico Carlos Beto, da Ame-CG. Após o intervalo “Adolescência e mediunidade: um delicado olhar sobre a realidade multidimensional do ser”, por Iara Machado.
Quem é Joanna de Ângelis - guia espiritual do médium espírita brasileiro Divaldo Franco, é uma entidade à qual é atribuída a autoria da maior parte das suas obras psicografadas. A obra mediúnica de Joanna de Ângelis é composta por dezenas de livros, muitos deles traduzidos para diversos idiomas, versando sobre temas existenciais, filosóficos, religiosos, psicológicos e transcendentais.
Dentre as suas obras destacam-se as da Série Psicológica, composta por mais de uma dezena de livros, nos quais a entidade estabalece uma ponte entre a Doutrina Espírita e as modernas correntes da Psicologia, em especial a transpessoal e junguiana.

Fátima Farias – Assessora de imprensa da FEPB
 
Confira detalhes no anexo:
Arquivo anexo da Notícia

quinta-feira, 30 de junho de 2011

NESTE FINAL DE SEMANA

Evento apontará soluções para conflitos interpessoais e familiares

 Tendo como tema central “Descubra o amor que é fonte de cura”, será realizado um workshop com o objetivo de buscar soluções para conflitos interpessoais, dificuldades nos relacionamentos entre pais e filhos, violência, separação, além de emaranhados em diversos níveis. O evento acontecerá neste final de semana, no  hotel Victory (orla de Tambaú) e será ministrado pelo terapeuta transpessoal cearense Guilherme Ashara.
        
Haverá uma palestra nesta sexta, às 19h30, com entrada franca. Os interessados em participar do workshop que girará em torno da constelação sistêmica familiar, acontecerá nestes sábado e domingo, deverá providenciar suas inscrições, com Paulo Lima, através dos fones 8864-1083/  9905-1727.

Muito mais que uma terapia, as constelações sistêmicas são uma transmissão de leis naturais ou 'Ordem do Amor' descobertas pelo alemão Bert Hellinger que podem mudar a sua vida e de sua família. Quem participa se surpreende e beneficia com essa nova ciência em prol da vida, da saúde e do sucesso do ser humano. A constelação sistêmica é uma metodologia terapêutica que se baseia em leis naturais das relações e da vida de uma forma ampla.

Tem como objetivo dissolver nós ou emaranhamentos que se apresentam em sistemas familiares ou organizacionais. Ela trabalha nos níveis pessoal, coletivo/ sistêmico e espiritual. Descobrir as constelações sistêmicas é conhecer uma nova visão do mundo, é estudar uma nova ciência dos relacionamentos e é ter nas mãos uma ferramenta preciosa de autoconhecimento.

O workshop será interessante para aqueles que buscam um aprofundamento profissional: terapeutas, psicólogos, médicos, assistentes sociais, pedagogos e todos que queiram conhecer ou mesmo fazer das constelações sistêmicas uma ferramenta inovadora de suporte terapêutico no seu trabalho.

É também imprescindível para os que almejam um desenvolvimento pessoal no que diz respeito à questões de relacionamentos amorosos, familiares, de trabalho e empresariais.

terça-feira, 21 de junho de 2011

As boas palavras


Clara Lila Gonzales de Araújo
    
    As palavras pronunciadas por Jesus, em  espírito e verdade, foram enunciadas para que os homens compreendessem que não as deveriam entender  segundo a letra, mas  segundo o espírito, pois elas revelam pensamentos sublimes de ordem espiritual ao ensinar as verdadeiras lições como fonte de vida imortal.
     O Mestre veio ao mundo para pregar a sua mensagem em todos os lugares e “misturou palavras e testemunhos vivos, desde a primeira manifestação de seu apostolado sublime até a cruz. Por pregação, portanto, o Mestre entendia igualmente os sacrifícios da vida”. 2 Para o espírita, a  ação de pregar é, acima de tudo, exemplificar a caridade na demonstração sincera dos ensinamentos doutrinários propalados, com atitudes nobres a exprimirem palavras de consolo às criaturas que rogam amparo em nome de Jesus.
     De acordo com os benfeitores espirituais, “nunca é demasiado comentar a importância e o caráter sagrado da palavra”. 3 A esse respeito, observa o Espírito Emmanuel que
    

O próprio Evangelho assevera que no princípio era o Verbo, e quem examine atentamente a posição atual do mundo reconhecerá que todas as situações difíceis se originam do poder verbalista mal aplicado. 3

     O mentor espiritual refere-se aos falsos discursos pronunciados com palavras que, colocadas estrategicamente na oratória, enganaram indivíduos, famílias e nações. Essas constatações nos remetem aos discursos, falados ou escritos, na transmissão da mensagem espírita, eivados de recursos retóricos nem sempre apregoados em favor da causa maior. Nossos comunicados refletem os sentimentos cristãos que preconizamos? Ou estamos saturados de ideias excêntricas, influenciados pelos labores intelectuais que abraçamos, em nome da Doutrina?
     Elucidados estudos do escritor espírita Juvanir Borges de Souza (1916-2010), sobre o presente tema, concluem:


[...] manifestação simbólica das ideias, extensão do Espírito, a palavra representa sempre o valor do pensamento. Assim, pode ela expressar, em sua alta função a serviço do bem, a moralidade e o bom gosto, em processo regular de educação do homem, como pode, ao revés, transformar-se em abuso, quando serve ao sofisma, ao puro verbalismo, à ofensa, à maldade e a todas as inferioridades humanas. 4

     Ao analisarmos as contribuições do citado autor, deparamo-nos com alguns problemas, dentre as inúmeras dificuldades encontradas para que as nossas concepções reflitam as inspirações do Alto, no momento da propagação da mensagem renovadora. São eles: a) a falta de compreensão lógica e aprofundada das obras da Codificação Espírita, com seus variados desdobramentos, ligados à Filosofia, à Ciência em geral, à moral evangélica e aos aspectos religiosos; b) a transformação de profundos e elevados pensamentos espíritas em opiniões divergentes da temática doutrinária, na busca de concessões à superficialidade e à vulgaridade, permitidas por certos obreiros, preocupados com o ato de convencer e persuadir aos que os ouvem ou leem, em exagerado servilismo às manifestações humanas; c) a preocupação de determinados tarefeiros de selecionar frases brilhantes e inúteis, sem utilizar fala acessível e compreensível para aqueles que os procuram, em auditórios, em recintos de aulas e cursos, ou por meio de atendimentos específicos, esquecendo-se da simplicidade que torna verdadeiramente nítida a linguagem elevada dos conceitos e ideias apresentados.
     Ao nos empenharmos na divulgação da Doutrina, conservando as características pessoais de cada estilo, nunca devemos esquecer do poder da palavra como forma representativa e eficaz de influirmos nos pensamentos e nas atitudes de terceiros, considerando essas iniciativas como elementos valiosos e utilíssimos à causa do Espiritismo, sem esquecermos, todavia, das recomendações dos benfeitores espirituais para que não nos deixemos levar por um intelectualismo excessivo e nocivo ao esforço que empreendemos pela exemplificação evangélica. Sábio aconselhamento é dado pelos Espíritos reveladores, em uma das abençoadas mensagens contidas em O Evangelho segundo o Espiritismo:


A inteligência é rica de méritos para o futuro,mas, sob a condição de ser bem empregada. Se todos os homens que a possuem dela se servissem de conformidade com a vontade de Deus, fácil seria,para os Espíritos, a tarefa de fazer que a Humanidade avance. Infelizmente,muitos a tornam instrumento de orgulho e de perdição contra si mesmos. O homem abusa da inteligência como de todas as suas faculdades [...]. 5

     Sabemos que, para compreender a Doutrina dos Espíritos, não é preciso que tenhamos “uma inteligência fora do comum [...]” . “[...] A clareza é da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência”. 6 É desnecessário, pois, divulgar a Doutrina com princípios estranhos aos seus pontos fundamentais, como se quiséssemos inovar buscando teorias e práticas de diferentes procedências. Kardec foi peremptório ao afirmar sobre a transparência do Espiritismo:


[...] Sua força está na sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom senso. [...] Hoje, para ninguém tem segredos. Fala uma linguagem clara, sem ambiguidades. Nada há nele de místico, nada de alegorias suscetíveis de falsas interpretações.Quer ser por todos compreendido, porque chegados são os tempos de fazer-se que os homens conheçam a verdade. [...] 7

     Atualmente, erros são cometidos pela carência de entendimentos mais lúcidos dos preceitos que norteiam a Doutrina Espírita, sobretudo, na elaboração de determinadas obras literárias, de duvidosa qualidade textual e de valor doutrinário incerto. Tais obras acabam atraindo adeptos-leitores inexperientes como vigoroso imã ao espalhar pensamentos esdrúxulos e fantasiosos, causando-lhes embaraços com o prejudicar sua correta compreensão das verdadeiras bases do Espiritismo. Os Espíritos superiores chamam atenção para as intenções do escritor:


[...] Se ele escrever boas coisas, aproveitai-as. Se proceder mal, é uma questão de consciência que lhe diz respeito, exclusivamente.Demais, se o escritor tem empenho em provar a sua sinceridade, apoie o que disser nos exemplos que dê. 8

     Lembranças de antigos trabalhadores espíritas avivam a nossa memória, ao rememorarmos o esforço desenvolvido, por cada um deles, na realização de tarefas exaustivas, disciplinadas e cuidadosas para difusão da Doutrina Consoladora. A saudosa médium Yvonne Pereira (1906-1984), ao comentar a herança deixada para nós, por esses seareiros do passado, declara:


Esses homens e essas mulheres, irmãos amados pelo nosso coração, deixaram aos espíritas que os sucederam o exemplo da dedicação, do trabalho e da fidelidade ao ideal superior que os engrandeceu perante si mesmos e a sociedade. Foram personagens fortes, que souberam resistir aos embates do mundo, não permitindo que as ervas daninhas das infiltrações perigosas e do personalismo invadissem o campo doutrinário. [...] 9

    Sigamos o exemplo deles, que interpretaram as palavras  espíritas em espírito e verdade, à luz do Evangelho, que é “um espelho cristalino em que o Mestre se reproduz, por divina reflexão, orientando a conduta humana para a construção do Reino de Deus entre as criaturas”. 10

Referências:


1 DIAS, Haroldo Dutra. (Tradutor). O novo testamento. Brasília: EDICEI, 2010.

2 XAVIER, Francisco C. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 28. ed. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 38, p. 92.

3 ______. Pão nosso. Pelo Espírito Emmanuel. 29. ed. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 165.

4 SOUZA, Juvanir Borges. Tempo de renovação. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002. Cap. 12, p. 99.

5 KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Guillon Ribeiro. 25. ed. bolso. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 7, it. 13, p. 155.

6 ______. ______. Cap. 17, it. 4.

7 ______. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 91. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Conclusão, it. 6, p. 544.

8 ______. ______. Q. 904a.

9 COMPILAÇÃO EQUIPE FEB. À luz do consolador. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1998. Cap. O livro que faltava, p. 123.

10 XAVIER, Francisco C.  Pensamento e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 18. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 4, p. 23.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

FEPB realizará curso de Passes

FEPB realizará curso de Passes 

A Federação Espírita Paraibana realizará um curso de Passes, em duas partes. A primeira etapa acontecerá no período de 02 a 09 de julho, contendo informações sobre a parte teórica.
Segundo a organizadora do curso, Glória Rocha, a prioridade será direcionar aos pólos, através de participantes dos Centros Espíritas da Capital e área metropolitana. Os requisitos são estar cursando o Esde ou Estem, ter disponibilidade para o trabalho nas Casas Espíritas e não estar fazendo tratamento Espiritual.
As inscrições estão sendo feitas na Livraria da FEPB. Para inscrição basta informar o nome e telefone da pessoa que quer fazer o curso.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

FEPB realizará curso para evangelizadores espíritas

 
A Federação Espírita Paraibana, através do Departamento de Infância e Juventude (Dij), promoverá um curso para evangelizadores espíritas. Dividido em quatro módulos, o primeiro será ministrado nos dias 4 e 5 de junho, na FEPB.
Mais detalhes: www.fepb.org.br

  Alamar Régis fará palestra na FEPB próximo domingo (22/05)

O diretor da revista Visão Espírita, Alamar Régis, ministrará a palestra do próximo domingo (22/05), às 16h, na FEPB, com tema livre. Antes, no sábado, ele fará seminário no Centro Espírita Leopoldo Cirne, às 15h.

III Encontro Joanna de Ângelis será dia 16 de julho

Programado para o dia 16 de julho o III Encontro Joanna de Ângelis. Palestrantes: Igor Mateus (FERN), Josy Honório e Iara Machado. Aguardem mais detalhes.

sábado, 16 de abril de 2011

FEPB disponibiliza leitura virtual de “O Livro dos Espíritos”


A obra que marcou o início do Espiritismo completará 154 anos nesta segunda

Existe uma enciclopédia que esclarece plenamente sobre os reflexos e como acontece a vida na Terra e no mundo espiritual, em apenas 687 páginas. Trata-se de “O Livro dos Espíritos” que nesta segunda-feira (18 de abril) completará 154 anos. A obra marcou também a fundação da Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec. O teor do livro trata da imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec.
Para os interessados em fazer leitura virtual e downloads de “O Livro dos Espíritos” e demais obras da codificação, o portal da Federação Espírita Brasileira disponibiliza em pdf para os internautas. Para maiores informações, acesse o portal:  www.fepb.org.br   OU http://www.fepb.org.br/comunicacao-social/noticias/noticia.php?noticia=80